E fui ver Brokeback Mountain. E já fui com uma expectativa lá em cima. Pudera né. Lí algumas críticas sobre ele e lí outros tantos blogueiros q já viram tb. E me parece q rola uma unanimidade a respeito de uma questão. "É um filme de amor e não sobre o homossexualismo". É só o que leio. Mas como é isso??? Sim, é uma estória de amor. Forte. E homossexual sim. Claro. Fico procurando o problema de falar isso e não acho. Um estória de amor, de medo e de conflitos enormes. De traumas e preconceitos e de duas pessoas do mesmo sexo em um certo verão americano de 1963. E fico pensando: será q se o filme retratasse a mesma estória do mesmo jeito, porém o casal protagonista fosse de sexo diferente seria visto da mesma forma? E cá com meus botões penso q é um baita de um preconceito esse. O de enaltecer a estória de amor, em detrenimento da homossexualidade. Pq as vezes me parece q transformar esse filme, sobre o amor e o homossexualismo, em só uma estória de amor, diminui e mutila toda a concepção dele. E tudo o q ele pode alcançar. Um filme belo, bem dirigido, com atuações fantásticas e fotografia idem. A despeito de uma legenda tosca de chorar.

Eu já disse q eu odeio escrever "estória"? Parece sempre q tá errado...
posted by Juliana @ 8:10 PM |




















16 Comments:
At 3:53 PM,
amber F. said…
Cacete, mas todo mundo foi ver esse filme no final de semana??
At 4:33 PM,
Juliana said…
E tu tava aonde? Em marte foi?
At 4:51 PM,
Vicky said…
Ju-fofa,
Eu acho que muito do impacto do filme vem do fato de ser um romance entre dois homens, mas continuo achando que o principal fato é o amor proibido - podia ser um homem e uma mulher, ou duas mulheres, o fato era que a relação era proibida. Mas concordo que pode soar preconceituoso falar apenas da história de amor. Não tinha pensado nisso :)
A gente não vai deixar pra se ver no Morumbi, né? Saudaaaaade!
At 4:55 PM,
Amber F. said…
Eu? Morra de inveja: eu tava no Show do Barão, lá no Credicard e saíndo de lá me esbaldei no Vegas, tá? Só pra vc ficar com mais inveja ainda, no sábado tem homem de verdade naquele lugar. Eu juro que tem, hahahaha!!!
At 5:13 PM,
Juliana said…
HORROROSA!!!!!!!!!!!!!!!! Q use chapa sua presa!!!
At 3:35 AM,
Gioconda said…
estamos trocando os filmjes pq eu quero ver Brokeback!!!!
At 4:01 AM,
Juliana said…
Não Ví, só no Morumbi nãããããão...
E Gi, eu aqui agora na pilha de good nigth and good luck...
At 4:45 AM,
Alba Regina said…
Ju...Amor é Amor Sempre! Graças a Deus!
estória, história...a minha vida é uma estória que ficará para a história! viajei na maionese! e olha q o dia só tá começando!!!! Beijos!!!!!!!!!
At 4:50 AM,
Suzana said…
Eu acho que é de amor, homossexualismo e, principalmente, solidão. Das coisas que dão errado na vida e que nunca vão ser como a gente quer, por mais que a gente queira. Eu não senti preconceito nas coisas que li sobre o filme, mas às vezes parece mesmo que as pessoas deixam meio de lado esse "detalhe".
At 5:06 PM,
Juliana said…
Nossa Su, muuuuito solidão, muito...
Albinha, vc precisa ver esse filme!
At 9:00 AM,
Gal said…
Ju,
Assim, eu entendo esse ponto de vista. Mas, a grande sacada de Ang Lee é exatamente mostrar que amor é amor e acabou-se. O resto é rótulo que a gente usa para simplificar o mundo. O problema é que, naquele contexto, o amor de Jack e Ennis era proibido. ALiás, até hoje em dia, o amor entre pessoas do mesmo sexo é complicado. Afinal, o mundo é extremamente preconceituoso e trabalha pela ótica da exclusão e não da inclusão. Será que eu estou sendo preconceituosa sem perceber?
Beijos e namarië.
At 7:45 PM,
Juliana said…
Não. Não acho q vc tá sendo preconceituosa Gal. Só me preocupo com a propaganda exagerada do "estória de amor" quando no contexto existe elementos tão (ou mais) importantes q este. As escolhas q fazemos, os medos e - como disse a Suzana aí em cima, a solidão, me parecem muito latentes no filme. E a homossexualidade, acho eu, é o cerne dos conflitos internos principalmente do Ennis Del Mar (sei nem se é assim q escreve...). Como descartá-la ou colocá-la em segundo plano? Mas tb é uma visão pessoal, e se é uma coisa q esse filme oferece, são as várias possibilidades de vê-lo.
Ei, espero q esteja tudo bem por Sampa e volta logo.
Bjos
At 8:08 PM,
maryw said…
atrasadissima, eu gostaria de dizer que esse negocio de filme gay, filme de amor e etc, nao importa. pra quem nao é gay. que vive vendo seus romances representados por aí. eu adoro filme com casal gay. mesmo q seja filme ruim. só pela representaçao.
At 8:38 AM,
Advinha de novo said…
Bom, Ju,
deixa eu dar minha opinião. O filme é, sim, uma história de amor simples, e, ,se fosse sobre um homem e uma mulher, seria só mais uma história de amor. Mas não é. O fato de serem dois homens faz toda a diferença, muda o rumo da história. Se fossem um homem e uma mulher, a história simplesmente aconteceria, nada os impedia. Aliás, talvez nem acontecesse, uma vez que, dificilmente, uma mulher seria recrutada, em 1963, para tomar conta de ovelhas. Já começa ai a diferença.
Bom, continuemos as explicações. O fato de serem dois homens mostra, além da história, os preconceitos embutidos, o envolvimento de outras pessoas prejudicadas e os rumos que aquelas vidas, independentes uma da outra, levaram: algumas empacaram, outras não!
O falta de convivência marcou também aquela paixão, pois, com certeza, ela não existiria se eles não se vissem apenas 4 vezes ao ano, se dividissem uma casa.
Em suma, o fato de serem dois homens não é um mero detalhe, faz toda a diferença. A história muda completamente!
Mais uma coisinha, o fato de ser uma história de amor ou de gays tá mais referente ao enfoque. É um filme de amor porque a história tem mais importância do que o fato de serem dois homens. Você nem lembra... as pessoas até torcem!
Isso porque não é em casa, vale ressaltar!!!
Cheiro!
p.s.: se não advinhar agora é fraca demais!
At 6:46 PM,
Juliana said…
Mary-quebra-tudo, pois... não foi isso q e eu disse... ?
"isso pq não é em casa". Ás vezes é. Em casa né.....e a gente torce também...vc sabe né?
mas vem cá: ora, ora... se não é meu professor de gramática preferido? Q não me deixa acentuar o CU (oxitonas decrescente terminadas em u não se acentuam blá, blá, blá...) e agora escreve adivinha assim !!!!!! HAHAHAHA, bem feito p/ quem dorme nos sofás dos "clubs" (acabei de promover a over...) da cidade...
At 7:13 PM,
AdIvinha said…
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Droga, chega fiquei com vergonha agora!!!
Eu juro que fiquei na dúvida, cheguei a escrever com i e tudo o mais!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ai, que óudio!!!
Cheiros!!!
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